Modelo preditivo: aprenda o que é e como usar essa poderosa ferramenta na sua empresa

Modelo preditivo: aprenda o que é e como usar essa poderosa ferramenta na sua empresa

O mercado está cada vez mais competitivo. Milhares de empresas são abertas no Brasil todos os meses, acirrando a concorrência e criando a necessidade de diferenciais. O empreendedorismo toma conta do país (79% das empresas abertas no Brasil dão de microempreendedores individuais) transformando todo o cenário.

O modelo preditivo, por exemplo, é uma forma de orientar as decisões tomadas pelas organizações, fazendo com que todas essas escolhas sejam orientadas por dados concretos – e não em intuição – contribuindo para seu crescimento.

O que é o modelo preditivo?

Um modelo preditivo – também chamado de análise preditiva – é uma metodologia empresarial que consiste em “prever” o futuro usando ferramentas e tecnologias (como o Analytics e o Big Data) que propiciem a avaliação de cenários e tendências de mercado.

Basicamente, a partir da análise desses dados, as empresas desenvolvem padrões que vão dar uma base consistente para a tomada de decisões já esperando determinados resultados.

Usando termos técnicos, o modelo preditivo é uma função matemática que mapeia uma série de dados, agrupando possíveis resultados/respostas e agrupando essas informações.

Como funciona um modelo preditivo?

Antes de tudo é preciso saber que existem dois tipos de modelo preditivo: o supervisionado e o não supervisionado.

No supervisionado, insere-se dados de entrada e saída ao mesmo tempo – na ferramenta contratada para esse tipo de serviço – e é feira uma relação entre essas informações, identificando o nível de acerto da fórmula adotada para a análise. Se a taxa for alta, esse cálculo é adotado e torna-se um padrão.

Um exemplo de uso é na identificação de clientes propensos a comprar o produto B depois de adquirirem o A com base em experiências anteriores. Algo semelhante aos e-mails “se você gostou disso, também pode gostar de…” que costumamos receber na caixa de entrada.

No não supervisionado, a ferramenta recebe apenas dados de entrada e deve identificar padrões existentes tentando estabelecer padrões de respostas para o futuro.

O que fazer para começar a usar a ferramenta?

Se você quer estabelecer padrões e melhorar a qualidade da tomada de decisão no seu negócio, o modelo preditivo é um diferencial significativo, mas alguns pontos devem ser levados em consideração antes de usar a ferramenta:

  1. Estabeleça objetivos claros

O que você quer prever com essa metodologia? De nada adiante ter uma infinidade de dados se você não sabe o que quer medir. Defina de forma claro quais os objetivos com a análise preditiva, orientando todo o trabalho.

  1. O resultado é melhor quando a análise é feita por especialistas

Como tudo dentro de uma empresa, o trabalho traz resultados melhores quando é realizado por profissionais especializados. Se não é possível manter um analista de dados no seu quadro, contrate uma empresa terceirizada e potencialize a análise das informações.

  1. Identifique as ferramentas necessárias

Com objetivos claros e profissionais especialistas, defina as ferramentas necessárias para coletar o tipo de dados para a sua análise. Elas serão fundamentais para estratificar as informações e criar padrões.

  1. É necessário um volume grande de informações

Usar dados de um ou dois clientes não é suficiente. Um modelo preditivo de sucesso demanda grande volume de informações. Saiba se esses dados estão disponíveis e se há equipe disponível para trabalhar com eles.

Quais as vantagens do modelo preditivo?

Por fim, elencamos algumas das principais vantagens do modelo preditivo para seu negócio. Além das decisões estratégicas e com base em informações reais, a metodologia proporciona:

– Conhecer os clientes cada vez melhor, fortalecendo a relação;

– Diminuição de custos, ao mesmo tempo em que se aumenta o retorno de lucro sobre cada real investido – já que otimiza processos e entende a tendência de comportamento da carteira de clientes;

– Diminui o nível risco em cada operação, como a possibilidade de desvalorização ou a taxa de inadimplência de um grupo de clientes.

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