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Como acabar com o papel intervencionista do Estado e fazer a economia crescer livre?

Como acabar com o papel intervencionista do Estado e fazer a economia crescer livre?

A história humana foi marcada pela falta de controle dos indivíduos sobre suas próprias riquezas. Tribos que saqueavam vilas, reis e imperadores que agiam conforme interesses próprios e líderes pouco ou nada preocupados com as comunidades sempre impediram a gestão democrática e livre dos recursos.

Mas isso não ficou no passado. Ainda hoje, o governo tem forte poder sobre a gestão econômica, e o papel intervencionista do Estado representa, muitas vezes, um verdadeiro entrave ao crescimento dos negócios.

Mesmo com mudanças na sociedade, ainda há muitos obstáculos – que tomaram forma de lei e regras fiscais -, impedindo o fortalecimento da economia nacional

Como funciona o papel intervencionista do estado?

A partir do século XVII, os direitos de propriedade finalmente começaram a ser reconhecidos e, a partir dos ideais de John Locke, as pessoas começaram a compreender o direito que possuem sobre aquilo que produzem.

Apesar disso, ainda podemos ver grande força no papel intervencionista do Estado que, embora não controle, diretamente, as riquezas individuais, estabelece uma série de regras que tornam o empreendedorismo muito complexo e pouco atraente. Alguns exemplos de intervencionismo são:

Como mudar esse cenário?

Acabar com o papel intervencionista do Estado e aprovar reformas estruturais é uma demanda muito necessário para inverter o cenário atual e retomar o crescimento econômico do Brasil. Alguns passos são fundamentais nesse sentido:

Entenda os benefícios da livre concorrência para a cadeia produtiva do país.

Livre mercado para o país crescer agora

Para os defensores da teoria do livre mercado, esse modelo econômico seria a solução para resolver os problemas atuais da economia do país.

O livre mercado deseja acabar com o papel intervencionista do Estado e oferecer aos empresários um mercado mais livre, autorregulado e com livre concorrência, incentivando a iniciativa privada.

De forma geral, acabariam as grandes regulações governamentais, como toda a burocracia para abrir e manter uma empresa; haveria mudanças nas tributações; e não haveria mais regulação pesada de preços – o que tornaria a concorrência mais saudável e benéfica para o consumidor final.

Claro, existem limites para o liberalismo econômico. A proposta não é deixar as empresas fazerem o que quiser, mas, sim, criar mecanismos que facilitem a vida do empresário e contribuam, consequentemente, para geração de emprego e renda.

O que você pensa sobre isso?